-Você sabe porque que o Heisenberg nunca teve filhos?
Porque quando ele acertava o momento, errava a posição, e quando acertava a posição, errava o momento!!!
- Aviso em uma porta de um laboratório de ótica:
- NÃO olhe para o laser com o olho que ainda lhe resta.
-Na aula de física:
- Joãozinho, me dê um exemplo de energia desperdiçada!
E o garoto responde:
- Contar uma história de arrepiar os cabelos pra um careca!
-Na sala de aula:
- Juquinha, em quantas partes se divide o crânio?
- Depende da pancada, professor. . .
sábado, 29 de março de 2008
Como o arco-íris se forma?
O arco-íris se forma quando a luz branca do sol é interceptada por gotas da chuva, que são provenientes da atmosfera. Parte da luz é refratada para dentro da gota, refletida em seu interior e novamente refratada para fora. A luz branca é uma mistura de várias cores. Um prisma consegue separar as freqüência misturadas num raio de luz branca. Quando vemos um arco-íris, as pequeninas gotas de água que há no ar funcionam como muitos mini-prismas, separando a luz branca do Sol nas cores do espectro: violeta, anil, azul, verde, amarelo, laranja e vermelho. No entanto o arco-íris não existe realmente, é apenas uma ilusão de óptica cuja posição aparente depende da posição do observador. Todas as gotas de chuva refratam e refletem a luz do sol da mesma forma, mas somente a luz de algumas delas chega ao olho do observador.
Por que tomamos choque quando tocamos outra pessoa?
Muitas pessoas, principalmente aquelas que trabalham com equipamentos elétricos, se deparam com a seguinte situação: vão cumprimentar uma pessoa e levam um pequeno choque elétrico. Esse fenômeno ocorre devido à energia estática, ou seja, a carga elétrica de um corpo onde os átomos apresentam um desequilíbrio em sua neutralidade. Quando a pessoa tem contato freqüente com máquinas elétricas, ela fica exposta ao campo magnético da eletricidade, tendo assim, um alto acúmulo de energia estática. Esse fato, aliado à baixa umidade do ar e ao tipo de material dielétrico do piso, pode fazer com que haja um alto acúmulo dessa energia no corpo. Assim, quando uma pessoa com muita energia estática acumulada toca em outra com cargas elétricas diferentes, ocorre o descarregamento, originando os pequenos choques. As descargas elétricas ocorrem somente quando corpos de cargas diferentes se encontram, por isso, a sensação de choque é passageira, já que após tocar em uma pessoa e sentir o choque, os corpos se equilibram. A energia estática é produzida até mesmo por um simples arrastar dos pés. Outro fato interessante é que os caminhões de combustíveis sempre viajam levando uma corrente que fica em contato com o chão, justamente para descarregar e evitar o acúmulo da energia estática, pois senão, o veículo correria um sério risco de explosão. Para evitar essas pequenas descargas elétricas, profissionais que estão muito expostos a essa energia devem usar pulseiras especiais que sejam capazes de descarregar as cargas elétricas com segurança, além de andarem descalços na terra eventualmente e usarem sapatos com materiais eletricamente isolantes.
sexta-feira, 28 de março de 2008
Problemas não solucionados da física
- Aceleração do Universo: Por que a expansão do universo é acelerada, como nós temos observado? Nossa compreensão do desvio para o vermelho está completa? Se estiver, então qual é a natureza da energia escura que dirige esta aceleração? Se for devido a uma constante cosmológica, por que a constante é pequena, ainda que não-nula? Por que não é enorme, como predito pela maioria das teorias quântica de campos, ou zero, como predito pela supersimetria? Qual será o destino final do universo?
- Inflação cósmica: A teoria da inflação cósmica está correta? Se estiver, quais são os detalhes desta época? Qual é o campo hipotético do inflaton que causa esta inflação?
- Buraco de verme ou buraco de minhoca: É possível construir um túnel no espaço-tempo a ligar dois pontos longínquos do universo?
- Viagem no tempo: É possível?
-Explosões de raio gamma: Qual é a natureza destes objetos astronômicos extraordinariamente energéticos?
- Problema da rotação das galáxias: Por que as galáxias giram com velocidades inconsistentes com sua massas aparente?
-Seta do tempo: Por que o universo tem uma entropia tão baixa no passado, resultando na distinção entre passado e futuro e a segunda lei da termodinâmica?
- Inflação cósmica: A teoria da inflação cósmica está correta? Se estiver, quais são os detalhes desta época? Qual é o campo hipotético do inflaton que causa esta inflação?
- Buraco de verme ou buraco de minhoca: É possível construir um túnel no espaço-tempo a ligar dois pontos longínquos do universo?
- Viagem no tempo: É possível?
-Explosões de raio gamma: Qual é a natureza destes objetos astronômicos extraordinariamente energéticos?
- Problema da rotação das galáxias: Por que as galáxias giram com velocidades inconsistentes com sua massas aparente?
-Seta do tempo: Por que o universo tem uma entropia tão baixa no passado, resultando na distinção entre passado e futuro e a segunda lei da termodinâmica?
O que é Física?
Física é a ciência que trata dos componentes fundamentais do Universo, as forças que eles exercem, e os resultados destas forças. O termo vem do grego φύσις (physike), que significa natureza, pois nos seus primórdios ela estudava indistintamente muitos aspectos do mundo natural. A Física difere da Química ao lidar menos com substâncias específicas e mais com a matéria em geral, embora existam áreas que se cruzem como a Físico-química (intimidade da matéria). Desta forma, os físicos estudam uma vasta gama de fenômenos físicos em diversas escalas de comprimento: das partículas subatômicas das quais toda a matéria é originada até o comportamento do universo material como um todo (Cosmologia).
Como ciência, a Física faz uso do método científico. Baseia-se essencialmente na Matemática e na Lógica quando da formulação de seus conceitos.
Como ciência, a Física faz uso do método científico. Baseia-se essencialmente na Matemática e na Lógica quando da formulação de seus conceitos.
quinta-feira, 27 de março de 2008
As cores da luz
Como Newton explicou a separação das cores da luz do sol.
Em 1665, quando Isaac Newton tinha 23 anos, a peste se espalhou pela Europa. Para fugir do contágio na cidade grande, Newton passou um ano e meio no campo, na casa de sua mãe. Durante essas férias forçadas dedicou-se ao estudo e à pesquisa por conta própria e fez surpreendentes descobertas que só publicou vários anos depois.Aqui vamos relatar seus estudos sobre a luz e as cores. Newton dispunha apenas de alguns prismas, lentes e da luz do sol. Fazendo um pequeno furo em uma cortina obteve um feixe estreito de luz que fez incidir sobre o prisma. A luz, depois de passar pelo prisma, projetava sobre a parede oposta uma mancha alongada, com as cores distribuídas do vermelho ao violeta.
"Foi muito agradável", escreveu ele, "observar as cores vivas e intensas, mas logo tratei de examiná-las com cuidado". De cara, ele chegou à idéia de que a luz branca do sol é composta de luzes de todas as cores visíveis. O que o prisma faz é, simplesmente, separar essas componentes. A componente violeta é a mais desviada e a vermelha, a menos desviada. As outras têm desvios intermediários.
Dispersão da luz branca do sol.
Para testar essa idéia, fez a luz espalhada pelo prisma incidir sobre outro prisma, colocado na posição invertida. Bingo! O segundo prisma juntou de novo as luzes componentes e a luz branca ressurgiu no outro lado.
Recombinação da luz dispersada.
Para ter certeza de sua interpretação, Newton fez uma experiência crucial: incidiu a luz dispersada sobre um cartão com um pequeno furo. Ajustando a posição do furo deixou passar só uma componente (a vermelha, por exemplo). Fez esse feixe incidir sobre o segundo prisma e não observou nenhuma decomposição a mais. O feixe se desviava mas continuava da mesma cor.
A luz vermelha não se dispersa.
Com essas e outras observações, Newton demonstrou que a luz branca do sol é uma mistura de luzes com as cores visíveis. Cada cor sofre um desvio diferente pelo prisma. Tecnicamente, dizemos que a luz violeta é mais refringente que a vermelha, pois se desvia mais. Ou, em outros termos, o índice de refração da componente violeta é maior que o índice de refração da componente vermelha.
Durante toda sua vida Newton acreditou que a luz era feita de partículas emitidas pelos corpos luminosos. Cores diferentes corresponderiam a partículas diferentes. No ar, todas as partículas teriam a mesma velocidade mas, entrando no prisma de vidro, a velocidade seria diferente para cada cor. Isso causaria o desvio diferente das componentes da luz.Outros cientistas, como Christian Huyghens (pronuncia-se "róiguens") diziam que a luz era formada de ondas, cada cor tendo um comprimento de onda diferente. Hoje sabemos que Huyghens tinha mais razão. Mas, para sermos justos com Newton, lembramos que ele dizia que não "fazia hipóteses" sobre a natureza da luz, apenas observava seu comportamento.
Em 1665, quando Isaac Newton tinha 23 anos, a peste se espalhou pela Europa. Para fugir do contágio na cidade grande, Newton passou um ano e meio no campo, na casa de sua mãe. Durante essas férias forçadas dedicou-se ao estudo e à pesquisa por conta própria e fez surpreendentes descobertas que só publicou vários anos depois.Aqui vamos relatar seus estudos sobre a luz e as cores. Newton dispunha apenas de alguns prismas, lentes e da luz do sol. Fazendo um pequeno furo em uma cortina obteve um feixe estreito de luz que fez incidir sobre o prisma. A luz, depois de passar pelo prisma, projetava sobre a parede oposta uma mancha alongada, com as cores distribuídas do vermelho ao violeta.
"Foi muito agradável", escreveu ele, "observar as cores vivas e intensas, mas logo tratei de examiná-las com cuidado". De cara, ele chegou à idéia de que a luz branca do sol é composta de luzes de todas as cores visíveis. O que o prisma faz é, simplesmente, separar essas componentes. A componente violeta é a mais desviada e a vermelha, a menos desviada. As outras têm desvios intermediários.
Dispersão da luz branca do sol.
Para testar essa idéia, fez a luz espalhada pelo prisma incidir sobre outro prisma, colocado na posição invertida. Bingo! O segundo prisma juntou de novo as luzes componentes e a luz branca ressurgiu no outro lado.
Recombinação da luz dispersada.
Para ter certeza de sua interpretação, Newton fez uma experiência crucial: incidiu a luz dispersada sobre um cartão com um pequeno furo. Ajustando a posição do furo deixou passar só uma componente (a vermelha, por exemplo). Fez esse feixe incidir sobre o segundo prisma e não observou nenhuma decomposição a mais. O feixe se desviava mas continuava da mesma cor.
A luz vermelha não se dispersa.
Com essas e outras observações, Newton demonstrou que a luz branca do sol é uma mistura de luzes com as cores visíveis. Cada cor sofre um desvio diferente pelo prisma. Tecnicamente, dizemos que a luz violeta é mais refringente que a vermelha, pois se desvia mais. Ou, em outros termos, o índice de refração da componente violeta é maior que o índice de refração da componente vermelha.
Durante toda sua vida Newton acreditou que a luz era feita de partículas emitidas pelos corpos luminosos. Cores diferentes corresponderiam a partículas diferentes. No ar, todas as partículas teriam a mesma velocidade mas, entrando no prisma de vidro, a velocidade seria diferente para cada cor. Isso causaria o desvio diferente das componentes da luz.Outros cientistas, como Christian Huyghens (pronuncia-se "róiguens") diziam que a luz era formada de ondas, cada cor tendo um comprimento de onda diferente. Hoje sabemos que Huyghens tinha mais razão. Mas, para sermos justos com Newton, lembramos que ele dizia que não "fazia hipóteses" sobre a natureza da luz, apenas observava seu comportamento.

A Água: Um Problema de Segurança Nacional
Introdução
A demanda de água pelo homem vem crescendo constantemente. Como causa deste fenômeno, pode-se citar o aumento da população mundial e, em especial, a concentração populacional nas cidades. A urbanização tem como conseqüências o desenvolvimento das indústrias e a expansão da agropecuária intensiva, para satisfazer as necessidades cada vez maiores dos habitantes das cidades.
A satisfação da demanda de água representa um grave problema, pois além do enorme volume consumido e desperdiçado, nem sempre a restituição do produto ao meio natural, sem tratamento prévio, está isenta de riscos à saúde e ao próprio ambiente. È o que acontece com a contaminação e a poluição provocadas pelos efluentes domésticos, públicos e industriais, lançados diretamente nos cursos de água. O mesmo se aplica para resíduos químicos provenientes de adubos, defensivos agrícolas e inseticidas, comumente utilizados nas práticas agrícolas e pecuárias, e que mediante as precipitações pluviométricas alcançam, por escoamento, os lençóis freáticos, os rios e os lagos naturais ou artificiais, colocando em risco a sobrevivência de qualquer forma de vida nesses ecótopos.
Assim, os recursos hídricos e os ecossistemas relacionados que os mantêm, estão ameaçados pela poluição e pela contaminação, pelo uso do solo e pelas mudanças climáticas, entre outras, tal como expressado na Declaração Ministerial de Haia sobre Segurança Hídrica no Século XXI. A água, portanto, é um problema de segurança nacional e como tal merece a adoção de estratégias direcionadas para cada um de seus aspectos particulares, todos eles de relevância para o desenvolvimento social e econômico dos povos, aí compreendida a saúde pública. Com base nestas considerações, constitui escopo deste artigo referir os problemas maiores de ordem higiênico-sanitária de água, bem como suas implicações no contexto da saúde pública.
A demanda de água pelo homem vem crescendo constantemente. Como causa deste fenômeno, pode-se citar o aumento da população mundial e, em especial, a concentração populacional nas cidades. A urbanização tem como conseqüências o desenvolvimento das indústrias e a expansão da agropecuária intensiva, para satisfazer as necessidades cada vez maiores dos habitantes das cidades.
A satisfação da demanda de água representa um grave problema, pois além do enorme volume consumido e desperdiçado, nem sempre a restituição do produto ao meio natural, sem tratamento prévio, está isenta de riscos à saúde e ao próprio ambiente. È o que acontece com a contaminação e a poluição provocadas pelos efluentes domésticos, públicos e industriais, lançados diretamente nos cursos de água. O mesmo se aplica para resíduos químicos provenientes de adubos, defensivos agrícolas e inseticidas, comumente utilizados nas práticas agrícolas e pecuárias, e que mediante as precipitações pluviométricas alcançam, por escoamento, os lençóis freáticos, os rios e os lagos naturais ou artificiais, colocando em risco a sobrevivência de qualquer forma de vida nesses ecótopos.
Assim, os recursos hídricos e os ecossistemas relacionados que os mantêm, estão ameaçados pela poluição e pela contaminação, pelo uso do solo e pelas mudanças climáticas, entre outras, tal como expressado na Declaração Ministerial de Haia sobre Segurança Hídrica no Século XXI. A água, portanto, é um problema de segurança nacional e como tal merece a adoção de estratégias direcionadas para cada um de seus aspectos particulares, todos eles de relevância para o desenvolvimento social e econômico dos povos, aí compreendida a saúde pública. Com base nestas considerações, constitui escopo deste artigo referir os problemas maiores de ordem higiênico-sanitária de água, bem como suas implicações no contexto da saúde pública.
Assinar:
Postagens (Atom)